
“What’s for ye won’t go by ye.”
Edimburgo é a capital da Escócia e parece ter saído diretamente de um livro de histórias, com suas ruas estreitas de paralelepípedos, castelos grandiosos e uma atmosfera cheia de mistério e encanto. A cidade é um verdadeiro equilíbrio entre o antigo e o moderno, onde a imponência do Edinburgh Castle, lá no alto da colina, contrasta com a vida vibrante da Royal Mile, cheia de cultura e tradição. E, claro, não podemos esquecer das lendas que dão vida à cidade, como o enigmático Loch Ness, e a história de Deacon Brodie, cuja vida inspirou a criação de um dos maiores clássicos da literatura. Com uma energia única, Edimburgo é uma cidade que encanta e surpreende, em cada detalhe, em cada esquina. Cada beco é um close (literalmente).
O relato abaixo é totalmente baseado na minha experiência e no que eu planejei para esta viagem, considerando os meus gostos, e obviamente pode ser adaptado de acordo com o perfil de cada um.
- Quando Eu Fui?
- Como ir de Londres a Edimburgo?
- Onde Fiquei Hospedada?
- Roteiro Detalhado – Edimburgo (3 dias)
- Roteiro no Mapa
- Orçamento Final
- Veja Também
Quando Eu Fui?
Eu visitei a cidade no começo do mês de dezembro, e o clima é bem frio nessa época do ano. As temperaturas ficam em torno de 0°C a 8°C, e podem cair ainda mais à noite, chegando à temperaturas negativas. Eu vi neve pela primeira vez na vida (foi emocionante). O clima pode ser bastante úmido, então é bom se preparar com roupas quentes, camadas e um bom casaco impermeável. Mesmo com o frio, a cidade ganha um charme especial com as luzes e Mercados de Natal, é realmente lindo. Eu fiquei em Edimburgo por 3 dias, do dia 30 de novembro (cheguei à noite) ao dia 03 de dezembro de 2023. Para uma primeira visita achei que foi o tempo mínimo para ter um primeiro contato com as atrações principais. Prepara-se para caminhar bastante. É uma cidade muito encantadora, vale muito a pena dedicar um tempo para conhecer a cidade de verdade.
Como ir de Londres a Edimburgo?
Como eu estava em Londres antes de ir para Edimburgo (clique aqui para ler sobre essa viagem), eu tinha algumas opções de deslocamento. Existem várias maneiras de viajar de Londres a Edimburgo, e a escolha depende do seu tempo disponível e do seu orçamento:
- De Trem: Essa foi a minha escolha, e achei a maneira mais conveniente e confortável de viajar. A viagem leva cerca de 4 a 5 horas, e peguei um trem direto da London King’s Cross para a Edinburgh Waverley Station. As paisagens ao longo do trajeto são lindas, e a viagem é bastante tranquila. O preço varia dependendo da antecedência da compra, mas fica em torno de £30 a £100.
- De Avião: Se o tempo for uma prioridade, o avião pode ser a melhor opção. O voo dura cerca de 1 hora e 30 minutos. Existem várias opções de companhias aéreas que fazem a rota entre o Aeroporto de Heathrow, Gatwick ou Luton até o Aeroporto de Edimburgo. Os preços podem variar, mas você pode encontrar passagens mais baratas se reservar com antecedência, a partir de £20.
- De Ônibus: A opção mais econômica é pegar um ônibus. A viagem pode durar de 8 a 9 horas e os preços variam entre £10 e £30, dependendo da época e da antecedência. As empresas mais conhecidas são a National Express e Megabus.
- De Carro: Se você preferir liberdade para explorar no caminho, alugar um carro é uma opção. A viagem de Londres a Edimburgo leva cerca de 7 a 8 horas, dependendo do tráfego, e o trajeto é todo pela M1 e A1(M), passando por belas paisagens no norte da Inglaterra.
Onde Fiquei Hospedada?
Eu fiquei hospedada na Fraoch House, que é um hotel que fica em uma casa vitoriana super bonita, numa rua tranquila, mas pertinho da movimentada Leith Walk. Ela fica mais afastada do centro, uma distância de 2 km (o que dá uns 25 minutos a pé e uns 10 minutos de ônibus). Os quartos são decorados de um jeito único, misturando estilo clássico com conforto moderno. O dono é super atencioso e o café da manhã escocês servido lá é daqueles que fazem o dia começar bem. Além disso, a localização é perfeita para explorar a cidade, com um ponto de ônibus na frente, o que torna o transporte muito fácil para o centro. Perfeito para quem busca um cantinho tranquilo, com um preço mais acessível e longe da movimentação do centro para descansar depois de bater perna por Edimburgo.
Paguei £95 na diária (aproximadamente R$ 580 considerando o câmbio da época). Paguei por 4 diárias (porque cheguei à noite no dia 30 de novembro), no quarto de solteiro e o valor total foi £379 (aproximadamente R$ 2318 considerando o câmbio da época). Particularmente achei um bom custo x benefício, considerando o preço dos hotéis da região. Mas em numa próxima visita eu me hospedaria em um local mais próximo ao centro, que tem hotéis em preços similares.

Roteiro Detalhado – Edimburgo (3 dias)
Dia 1
- Greyfriars Kirkyard
- National Museum of Scotland
- Victoria Street
- Grassmarket
- The Vennel
- CastleHill
- Edinburgh Castle
- Assembly Hall
- Lawnmarket
- The Mound
- The Dome
Se existe uma cidade que consegue reunir história, mistério e um charme quase mágico, essa cidade é Edimburgo. Meu primeiro dia foi de puro amor à primeira vista. Passei um dia incrível explorando alguns dos lugares mais fascinantes da capital escocesa, desde cemitérios cheios de lendas até castelos imponentes e ruas que parecem saídas de um livro de fantasia. Comecei a manhã no Greyfriars Kirkyard, um cemitério histórico que, apesar de parecer um lugar mórbido para começar o dia, é um dos mais visitados da cidade. Ele é famoso principalmente por conta da lenda de Greyfriars Bobby, o cãozinho fiel que passou 14 anos guardando o túmulo de seu dono. A história é tão querida pelos escoceses que há até uma estátua em homenagem a ele na entrada do cemitério. Além disso, para quem é fã de Harry Potter vão encontrar túmulosde pessoas que inspiraram nomes de personagens da saga, como Tom Riddle e McGonagall. A entrada é gratuita e o clima do lugar é super agradável, misturando história e um toque de mistério.


Greyfriars Kirkyard e a estátua de Bobby
A poucos minutos dali, visitei o National Museum of Scotland, um verdadeiro tesouro para quem gosta de história e cultura. O museu é enorme e tem exposições que vão desde arqueologia e tecnologia até moda e ciência. Um dos destaques é a ovelha Dolly, o primeiro mamífero clonado do mundo, que está embalsamada por lá. Outra curiosidade é que o museu tem um terraço com uma vista panorâmica incrível da cidade, então não deixe de subir! A entrada é gratuita, então dá para explorar sem pressa e sem pesar no bolso. Saindo do museu, segui para uma das ruas mais fotogênicas da cidade: a Victoria Street. Suas casas coloridas e inclinadas abrigam lojas peculiares, desde livrarias até lojas de magia inspiradas no universo de Harry Potter – dizem que essa rua foi a inspiração para o Beco Diagonal! No final da rua, cheguei à animada Grassmarket, uma praça que já foi um mercado medieval e até cenário de execuções públicas (Edimburgo tem um passado sombrio, marcado pela Guerra e pela herança dos clãs). Hoje, é um dos lugares mais vibrantes da cidade, cheio de pubs e restaurantes, perfeito para uma pausa.


Ovelha Dolly no National Museum of Scotland e a Victoria Street
Depois do almoço, encarei os degraus da escadaria The Vennel, que me levaram a um dos melhores pontos para admirar o Castelo de Edimburgo. A vista da subida já vale o esforço, mas o melhor ainda estava por vir. Segui pela Castle Hill até a entrada do castelo, uma das atrações mais icônicas da cidade. Paguei £19,50 pelo ingresso (aproximadamente R$ 119 considerando o câmbio da época) no site oficial, mas vale cada centavo para explorar suas muralhas, conhecer as Joias da Coroa Escocesa e ver ao vivo o One O’Clock Gun: Todos os dias, exceto domingos, Natal e Sexta-feira Santa, um canhão é disparado pontualmente às 13h. Essa tradição começou em 1861 como um auxílio para os marinheiros ajustarem seus cronômetros de navegação com precisão. Hoje, o disparo é apenas uma atração turística. Além disso, do alto do castelo, a vista de Edimburgo é de tirar o fôlego!


The Vennel e o Castelo de Edimburgo
Descendo pela histórica Lawnmarket, passei pelo Assembly Hall, um edifício elegante que recebe eventos importantes, incluindo parte do famoso Festival de Edimburgo. Continuei andando até chegar a The Mound, uma colina artificial que conecta a Cidade Velha à Cidade Nova. O local é perfeito para tirar fotos, especialmente com o Scott Monument e a galeria de arte ao fundo. A mistura entre os edifícios históricos e a vista das colinas ao redor da cidade torna esse trecho da caminhada ainda mais especial. E para fechar o dia com chave de ouro, escolhi jantar no The Dome, um dos restaurantes mais sofisticados e bonitos da cidade. Instalado em um antigo banco, o restaurante tem uma decoração luxuosa, com colunas imponentes e um impressionante teto de vidro. Como visitei na época de natal, a decoração estava incrível e a comida estava excelente, e o ambiente elegante fez com que a noite fosse ainda mais memorável. O lugar costuma ser bastante procurado, reserve com antecedência. Foi o final perfeito para um dia inesquecível em Edimburgo.


The Assembly Hall e The Dome
Dia 2
- Calton Hill
- Scott Monument
- Princess Street Gardens
- Ross Fountain
- Edinburgh New Town
- Circus Lane
- Dean Village
- Cockburn Street
- Royal Mile
- St. Gilles Cathedral
- Closes / Becos
- Holyrood Palace
Meu segundo dia foi de bastante caminhada por essa cidade incrível. Comecei o dia em Calton Hill, que é um dos melhores mirantes de Edimburgo, oferecendo uma vista espetacular da cidade e do mar. Além da paisagem incrível, abriga monumentos históricos como o National Monument, inspirado no Partenon e inacabado por falta de verba, o Nelson Monument, com uma torre que desce uma bola às 13h para ajuste de relógios, e o Dugald Stewart Monument, um dos mais fotografados da cidade. Também é possível ver o topo do Arthur’s Seat, outra colina mirante da cidade. É o lugar perfeito para visitar ao nascer ou pôr do sol, quando Edimburgo ganha um brilho dourado inesquecível.


Calton Hill e Vista para o Arthur’s Seat
Descendo de Calton Hill, caminhei até o Scott Monument, um dos marcos mais imponentes e centrais de Edimburgo. Essa torre gótica, dedicada ao escritor escocês Sir Walter Scott, tem 287 degraus que levam a uma vista incrível da cidade. A subida custa cerca de £8 e pode ser comprada no local, e apesar de ser estreita e um pouco claustrofóbica, vale a pena para quem quer um ângulo único da cidade! Logo ao lado está o Princes Street Gardens, um parque lindo e bem cuidado, que estava abrigando o maior mercado de Natal da cidade. É perfeito para um passeio relaxante. Ali, parei para admirar a Ross Fountain, uma fonte vitoriana restaurada que contrasta lindamente com o castelo ao fundo.


Scott Monumento e Ross Fountain
Depois atravessei para a New Town, senti o contraste entre a parte medieval e a Edimburgo mais elegante, com ruas largas e arquitetura georgiana. Um dos lugares mais fotogênicos é a Circus Lane, uma ruazinha estreita e charmosa, com casas de pedra cobertas de plantas e um clima quase de vilarejo. Seguindo um pouco mais, cheguei a Dean Village, que é um dos lugares mais encantadores de Edimburgo, um antigo vilarejo de moinhos às margens do rio Water of Leith, a apenas 10 minutos de caminhada do centro. Com suas casas de pedra históricas, pontes charmosas e um ambiente tranquilo, parece um refúgio escondido dentro da cidade. Antigamente, era uma área industrial com mais de 11 moinhos funcionando, mas hoje é um dos bairros mais pitorescos e fotogênicos da capital escocesa. Caminhar por suas ruelas estreitas, cruzar a icônica Well Court e ouvir o som do rio tornam a visita uma experiência quase mágica, perfeita para quem quer fugir do agito e descobrir um lado mais calmo e bucólico de Edimburgo.


Circus Lane e Dean Village
Depois, peguei o caminho de volta para o centro e segui pela Cockburn Street, uma das ruas mais charmosas que conectam a Cidade Nova à Royal Mile. Cheia de lojinhas independentes, cafés aconchegantes e restaurantes, essa rua é perfeita para dar uma pausa e sentir o ritmo da cidade. Ao chegar na Royal Mile, principal rua histórica de Edimburgo, me vi cercada por construções medievais e uma energia vibrante. Uma das paradas mais impressionantes foi a St. Giles’ Cathedral, um dos edifícios religiosos mais importantes da Escócia. A entrada é gratuita. Caminhando pela Royal Mile, fiz questão de explorar alguns dos “closes”, que são becos estreitos que escondem histórias fascinantes. O Mary King’s Close, por exemplo, é um dos mais famosos e tem visitas guiadas (cerca de £20) que contam sobre a vida subterrânea e assombrada da cidade no século XVII, e que também compôs cenário para séries famosas, como Outlander.


Cockburn Street e Advocate’s Close
Finalizei o dia no Palácio de Holyrood, a residência oficial da monarquia britânica na Escócia. O ingresso custa £21 (aproximadamente R$ 128 considerando o câmbio da época) e dá acesso aos aposentos reais e às ruínas da antiga abadia medieval. O lugar é repleto de história, tendo sido casa de Maria, Rainha da Escócia, e cenário de intrigas políticas que marcaram o país. Ao sair do palácio, parei para admirar Arthur’s Seat, a colina vulcânica que domina a paisagem e que, para os mais aventureiros, é uma trilha incrível para um pôr do sol inesquecível. Esse roteiro misturou história, paisagens incríveis e cantinhos escondidos que fazem de Edimburgo uma cidade única. Cada rua tem uma história para contar, e cada vista nos faz sentir parte de algo maior. Se você for visitar a cidade, prepare-se para se apaixonar!
Dia 3
- Stirling Castle
- Callander
- Loch Lomond e Parque Nacional Trossachs
- Glencoe
- Fort William e Ben Nevis
- Fort Augustus e Loch Ness
- Commando Memorial e Cairngorms National Park
- Pitlochry/Bankfoot
Meu terceiro e último dia começou rumo ao Monstro do Lago Ness. Embarquei em um ônibus confortável em direção ao coração das Terras Altas da Escócia. Fechei o passeio com a The Hairy Coo e paguei £ 57 (aproximadamente R$348 considerando a cotação da época). A maior parte do passeio é no ônibus, então chegue bem cedo para garantir um lugar na janela. Saindo de Edimburgo, logo passamos pelo impressionante Stirling Castle, onde a guia conta as histórias de William Wallace e Robert the Bruce. Mas o primeiro destino é Callander, a “porta de entrada para as Highlands”. Essa cidadezinha charmosa, localizada aos pés das montanhas Trossachs, é perfeita para dar uma pausa. Foi aqui que aprendi a verdadeira definição da expressão “Uma Paz terrível”. Dá para tomar um café, explorar lojinhas, comprar lembrancinhas e, claro, admirar a vista deslumbrante das montanhas ao redor.


Callander
Seguimos em direção ao norte, passando pelo famoso Loch Lomond e pelo Parque Nacional Trossachs, com vistas impressionantes. Durante a viagem, o guia vai te contar histórias incríveis sobre a Escócia e sua rica cultura, e ainda te levará por locais cinematográficos, como aqueles que apareceram em filmes como Skyfall (do James Bond) e Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban. E não é só isso, você vai atravessar o Glencoe, um vale impressionante onde uma tragédia histórica aconteceu: o massacre do clã MacDonald em 1692. É um lugar cheio de mistério e emoção. Dá pra sentir o quanto a história da Escócia é afetada pela história dos clãs, a cultura também é muito apegada em lendas místicas, é simplesmente fascinante.


As três irmãs de Glencoe
Depois, passamos pelo Fort William, cidade que abriga o Ben Nevis, a montanha mais alta do Reino Unido. De lá, seguimos até Fort Augustus, na margem sul do famoso Loch Ness, onde você vai poder explorar cafés, lojas e restaurantes charmosos. Aproveitei para fazer um cruzeiro de uma hora no Loch Ness, que é um dos lagos mais famosos do mundo, localizado nas Terras Altas da Escócia. Conhecido principalmente pela lenda do Monstro do Lago Ness (Nessie, para os íntimos), ele atrai turistas do mundo todo em busca de mistério e aventuras. Com suas águas profundas e paisagens deslumbrantes, o Loch Ness também oferece vistas incríveis das montanhas ao redor. Se tiver sorte, quem sabe você não vê a Nessie por lá.


Fort William e Lago Ness
A viagem continua com uma parada no Commando Memorial, em Spean Bridge, que oferece vistas espetaculares da Nevis Range. Em seguida passamos pelo Loch Laggan, um cenário de tirar o fôlego para o pôr do sol, e finalizamos com uma parada rápida na pitoresca cidade de Pitlochry, para provar o famoso Sorvete de Whiskey. Voltando para Edimburgo, aproveitei para jantar no Deacon Brodie’s Tavern, um pub histórico e super acolhedor em Edimburgo, famoso por sua ligação com Deacon William Brodie, um respeitado cidadão que levava uma vida dupla como criminoso.


Comando Memorial e Pitlochry
E assim, terminei meu roteiro de 3 dias em Edimburgo, uma cidade que combina história, cultura e paisagens incríveis. Cada canto, de Dean Village ao Castelo de Edimburgo, tem algo único para oferecer, e você vai se apaixonar por cada detalhe. Se está planejando sua visita, prepare-se para querer se mudar pra lá amanhã.
Roteiro no Mapa
Usando o My Maps é possível simular o roteiro dentro do mapa do Google Maps, e construir sequências de atividades funcionais. Esse é o meu roteiro de Edimburgo:
Orçamento Final
Esses são os valores que paguei de acordo com cambio a época (novembro de 2023): £ 1 = R$ 6,12. A regra do “quem converte não se diverte” é real. Se você já tem sua libra comprada, pense em libra e não em real, para não se restringir muito.
Abaixo está listado apenas os custos de uma viagem para Edimburgo, mas aproveitei essa viagem para conhecer outra região do Reino Unido: Londres, na Inglaterra. Logo, meus custos de aéreo entre o Brasil e o Reino Unido foram otimizados. Caso você se interesse por fazer um combo de viagem Londres + Edimburgo, clique aqui para ver os custos específicos dessa extensão de viagem. Na prática paguei um pouco menos do que está listado abaixo, pois consegui descontos no hotel e em alguns passeios com milhas acumuladas, mas segue os valores originais:

É possível diminuir esses custos ao escolher uma opção de hospedagem mais econômica (como hostel, hotéis mais afastados do centro ou Airbnb e usando milhas.
Espero que esse roteiro te inspire a explorar Edimburgo de uma maneira incrível e cheia de surpresas! A cidade tem uma energia única, com suas ruas históricas e paisagens de tirar o fôlego que vão te envolver a cada passo. É impossível não se apaixonar pela mistura de tradição e modernidade, e eu garanto que você vai querer voltar sempre.

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